quarta-feira, 23 de abril de 2014

ENCONTRADO AVIÃO DESAPARECIDO SEM SOBREVIVENTES


Planta Do Beechcraft Baron 58 Gigante Giant
BARON B58 IDÊNTICO AO DO ACIDENTE

 

35 dias depois, avião é encontrado em igapó

aviao da Jotan
O avião encontrado ontem à tarde (22), a 40 km de Jacareacanga. Foto: Blog Júnior Ribeiro
Depois de 35 dias de buscas, finalmente foi encontrado o bimotor da empresa Jotan Táxi Aéreo que desapareceu na rota Itaituba-Jacareacanga com 5 pessoas a bordo.
A aeronave, segundo o blogueiro Jota Parente, foi encontrada por um garimpeiro, próximo a vicinal do Jaburu, a cerca de 40 km da Jacareacanga.
Alcançado por este blog, o delegado Jardel Guimarães, da Superintendência da Polícia Civil do Pará no Tapajós, confirmou a informação.
O avião prefixo PR-LMN foi encontrado ontem à tarde (22), com o “bico” enfiado numa área de igapó, somente com a cauda de fora.
Não haveria sobreviventes.
Militares da FAB (Força Aérea Brasileira) que participam das buscam já estão no local. Ainda hoje (23) de manhã os trabalhos de resgate serão iniciados.
As 5 pessoas que estavam a bordo no momento da queda do bimotor, modelo Beechcraft BE 58 Baron, eram:
1) Luiz Feltrin, piloto da aeronave;
2) Rayline Sabrina Brito Campos, técnica em enfermagem;
3) Luciney Aguiar de Sousa, técnica em enfermagem;
4) Raimunda Lúcia da Silva Costa, técnica em enfermagem;
5) Ari Lima, motorista.

A aeronave um baron b 58 , é tido como um dos mais seguros da categoria. Um fato é estranho, é que não disparou o elt do avião, equipamento, que após colisão fica emitindo sinal para uma central que imediatamente localiza a aeronave acidentada através de satélite. A principio pelo estado da aeronave que não foi destroçada, o aparelho de localização era para ter sido acionado, o SENIPA devera investigar o motivo da falha do equipamento, que obrigatoriamente é revisado a cada cinco anos. Isso dificultou totalmente a localização da aeronave.

terça-feira, 22 de abril de 2014

POVO PERDE A PACIÊNCIA COM VON

MORADORES MANDAM RECADO PARA O PREFEITO ALEXANDRE VON: "SE NÃO CONSERTAREM NOSSA RUA ATÉ SEXTA-FEIRA VAMOS INTERDITAR A CURUÁ-UNA". UMA VERGONHA ESSE GOVERNO

Moradores ameaçam interditar Curuá-Una

Caro JK, nossa rua está uma desgraça, depois da chuva de hoje então nem se fala. Hoje uma senhora que foi comprar pão escorregou e caiu no buraco, semana passada uma criança quebrou a perna ao cair no mesmo buraco, aqui não passa carro. Manda um recado pro prefeito Alexandre Von, até sexta-feira se ele não mandar passar uma patrol aqui nos vamos interditar a Curuá-Una, porque parece que ele só funciona na pressão. A nossa rua aqui é a Travessa Augusto Meira entre Curuá-Una e Rosa Passos. Não passa mais nada, até o carro do lixo pregou aqui.

domingo, 20 de abril de 2014

COMO FICA O JULGAMENTO DE DIRCEU

Publicado em 19/04/2014

Quanto valem os
cinco meses do Dirceu ?

Como o Presidente Barbosa, o Juiz da Vara de Execuções Fatais e a Procuradora do grampo passaram a Sexta-Feira Santa ?​ E o orientador dela ?
O Conversa Afiada reproduz excelente artigo de Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo:

Quanto valem cinco meses na vida de uma pessoa?



Quanto valem cinco meses na vida de uma pessoa?

A pergunta me ocorre quando penso em Zé Dirceu, preso exatamente há cinco meses na Papuda.

Alguém já fez essa conta para si mesmo?

Em dinheiro, é difícil calcular. Digamos que dessem a você, diante de uma sentença de cinco meses na cadeia, a opção de pagar para não ir.

Quanto você daria para ficar em casa? Para conviver com seus amigos, seus irmãos, seus pais, seus filhos? Para poder ir à padaria pela manhã tomar uma média com pão e manteiga? Para comer uma pizza domingo?

Eis um caso de complicada precificação.

Do ponto de vista de tempo em si, nada paga, evidentemente, a temporada na cadeia. Nossos dias são limitados e escassos. Os cinco meses na cadeia – ou o que for – não são acrescentados em sua vida a título de compensação.

E se a sentença é injusta, ou absolutamente controversa? E se você acha que de um lado enfrenta algozes para os quais só importa punir e de outro amigos cuja solidariedade e apoio não se manifestam numa hora tão complicada?

Aí entram outras coisas humanas: raiva, sentimento de impotência, revolta.

A conta cresce expressivamente.

Onde, nisso, fica o caso de Dirceu?

Numa recomposição rápida, temos um julgamento que o tempo mostrou ser um circo abjeto, animado e manipulado por uma mídia que repetiu o comportamento de 1954 e 1964.

Depois, temos uma juíza que diz que, embora não existam provas contra Dirceu, se julga no direito de condená-lo.

Juízes de nível baixo, como se veria depois ao conhecê-los em sua pompa vazia, sacramentariam a punição sem provas com uma figura chamada Teoria do Domínio dos Fatos. (Nem o autor alemão da teoria achou que a adaptação dela para o Mensalão fazia sentido.)

Numa canhestra matemática que levou um réu a ter uma pena maior do que a que os noruegueses aplicaram ao assassino de dezenas de jovens reunidos numa convenção, foram fixadas sentenças estapafúrdias como se se tratasse de ciência exata.

Os réus, no percurso, foram logo para o STF, o que significou a perda de pelo menos uma segunda instância para a revisão dos vereditos.

Depois, num arroubo teatral, em 15 de novembro Joaquim Barbosa, sob os holofotes da mídia que o incensou quando lhe conveio e agora o abandona como se esperava, manda prender alguns, Dirceu entre eles.

E na cadeia a perseguição como se amplia.

Uma proposta de emprego de um hotel vira um escândalo nacional artificialmente.

Aparece na mídia com alarde uma conexão no Panamá para o candidato a empregador de Dirceu e depois ela desaparece quando se vê que não era nada – mas sem que os leitores fiquem sabendo do complemento da história.

Aparece outro emprego, mas um jornal diz que Dirceu conversou com alguém pelo celular, e uma nota jamais provada faz que Dirceu continue na prisão em regime integral.

Esta é a vida brasileira: uma nota basta para deixar alguém na cadeia, ainda que ela não se sustente. Basta que esse alguém seja Dirceu.

Uma revista – a mesma que impunemente tentou invadir criminosamente o quarto de Dirceu num hotel de Brasília – continua em sua caçada insana e publica fotos que mostrariam os “privilégios” de Dirceu na cadeia.

Há, aí, uma dissonância cognitiva. As fotos apresentam um Dirceu abatido, visivelmente mais magro. Não é nada compatível com regalias ou privilégios.

Num dos últimos capítulos da farsa, Barbosa – sem que a mídia lhe cobre nada por isso – diz que as penas dos réus do Mensalão foram artificialmente infladas para que não prescrevessem.

Não é crime isso? Ou é uma inovação da justiça brasileira, algo que poderia fascinar justiças menos sofisticadas como – já que falamos nela – a norueguesa?

Quanto, repito, valem cinco meses na vida de uma pessoa?

Na semana que vem, noticia-se hoje, Barbosa vai se pronunciar sobre o caso Dirceu.

Ainda que ele contrarie os prognósticos e libere Dirceu, quem vai pagar a conta pelo tempo perdido e sofrido na prisão?

Dirceu deveria processar o Estado, até para que coisas assim tenham consequências.

Não sei qual seria a quantia arbitrada, mas não seria pouca.

Ironia suprema, a conta seria paga por um Estado comandado por Dilma Rousseff e pelo partido que Dirceu ajudou a construir, o PT.

Parece o realismo fantástico de Garcia Marquez numa versão de pesadelo, mas para Dirceu é a realidade como ela é.

AMERICANOS COMPARAM BRASILEIROS A UM JEGUE

● Pura verdade, brasileiro é um jumento preguiçoso e vive mesmo em estado de estupor, como diz a Revista Americana

REVISTA THE ECONOMIST DIZ QUE BRASILEIRO É 'IMPRODUTIVO'
Fernando Nakagawa, correspondente | Agência Estado
A última edição da revista The Economist traz uma reportagem bastante crítica ao mercado de trabalho no Brasil e em especial à produtividade dos trabalhadores. Com o título "Soneca de 50 anos", a reportagem diz que os brasileiros "são gloriosamente improdutivos" e que "eles devem sair de seu estado de estupor" para ajudar a acelerar a economia.
A reportagem diz que após um breve período de aumento da produtividade vista entre 1960 e 1970, a produção por trabalhador estacionou ou até mesmo caiu ao longo dos últimos 50 anos. A paralisia da produtividade brasileira no período acontece em contraste com o cenário internacional, onde outros emergentes como Coreia do Sul, Chile e China apresentam firme tendência de melhora do indicador.
"A produtividade do trabalho foi responsável por 40% do crescimento do PIB do Brasil entre 1990 e 2012 em comparação com 91% na China e 67% na Índia, de acordo com pesquisa da consultoria McKinsey. O restante veio da expansão da força de trabalho, como resultado da demografia favorável, formalização e baixo desemprego", diz a revista. Continue lendo...
A reportagem diz que uma série de fatores explicam a fraca produtividade brasileira. O baixo investimento em infraestrutura é uma das primeiras razões citadas por economistas. Além disso, apesar do aumento do gasto público com educação, os indicadores de qualidade dos alunos brasileiros não melhoraram. Um terceiro fator menos óbvio é a má gestão de parte das empresas brasileiras.
Há ainda a legislação trabalhista. A revista diz que muitas empresas preferem contratar amigos ou familiares menos qualificados para determinadas vagas para limitar o risco de roubos na empresa ou de serem processados na Justiça trabalhista. A revista também cita que a proteção do governo aos setores pouco produtivos ajuda na sobrevivência das empresas pouco eficientes.
A reportagem ouviu um empresário norte-americano que é dono do restaurante BOS BBQ no Itaim Bibi, em São Paulo. Blake Watkins diz que um trabalhador brasileiro de 18 anos tem habilidades de um norte-americano de 14 anos. "No momento em que você aterrissa no Brasil você começar a perder tempo", disse o dono do restaurante BOS BBQ, que se mudou há três anos para o País. (Estadão)

O PREFEITO DE ORIXIMINA BRINCA COM A JUSTIÇA. PIOR REALMENTE NADA ACONTECE

● Empresário tem provas de fraude em licitação na prefeitura de Oriximiná - Superfaturaram em até 30% a merenda sagrada das crianças

EMPRESÁRIO DENUNCIA FRAUDE NA LICITAÇÃO DA MERENDA ESCOLAR FEITA EM 2013
O empresário Paulo Scherer denunciou uma licitação realizada em 2013, com base em levantamentos de preços praticados na época no varejo do comércio oriximinaense, que revela uma compra de alimentos com cerca de 30% de superfaturamento, chegando a Prefeitura a perder de 600 mil a 800 mil reais à merenda escolar.
 documentação com os preços praticados na época em Oriximiná e com o valor do que foi pago pela prefeitura aos vencedores da licitação foi entregue aos vereadores, que iniciaram as primeiras investigações sobre o caso.
A Câmara tenta ganhar tempo e ainda não debateu o assunto. Talvez depois da Semana Santa, espera-se que o Legislativo tome alguma atitude e esclareça para a população tudo o que é verdade sobre as denuncias apresentada pelo empresário que é pessoa séria e de respeito na cidade.
UM ANTRO DE CORRUPÇÃO
Fomos informados de que o presidente atual da Câmara de Oriximiná, responde processo de improbidade administrativa, por fragmentar licitações para fazer carta convite e direcionar as vendas para uma quadrilha de fraudadores do dinheiro do povo.
O prêmio dado ao presidente, segundo o informante, foi o apoio na campanha para assumir uma cadeira no legislativo e o cargo de presidente, tudo de conluio com vereadores da base aliada do Governo Gonzaga. (Com informações do Cidade Livre e Alberto Rebelo)

sábado, 19 de abril de 2014

FOGUEIRA MACHISTA

Neste post, o blog relaciona 5 mulheres ligadas à notória República do Cipoal, em Santarém, capitaneada pelo deputado federal multiprocessado Lira Maia (DEM) e com apoio irrestrito do prefeito Alexandre Von (PSDB), que tiveram a reputação abalada por conta de acusações, processos judiciais ou atos similares quando no exercício de cargo público cuja indicação deve-se a essa dupla de políticos nativos.
Estrelinha
Lúcia Maia1. Lúcia Maia
Esposa de Lira Maia. Quando esteve no comando da Semtras (Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social), à época em que o marido era prefeito de Santarém (1997-2004), entrou para a história como a 1ª ocupante do cargo – e a única até agora – a ter contas reprovadas pelo TCM (Tribunal de Contas dos Municípios)/Pará.

Maria José Marques2. Maria José Marques
Ex-secretária municipal de Educação (Semed) nos 8 anos de mandato do ex-prefeito Lira Maia. Virou ré em inúmeros processos na Justiça por conta, principalmente, de fraudes em licitações na Semed. Já faleceu. Por isso, o espólio da família dela agora responde judicialmente pelos processos.

Eliane Miranda3. Eliane Miranda
Bioquímica. Por duas vezes exerceu a direção da Regional da Sespa em Santarém (9º CRS). Na mais recente, foi exonerada por supostos crimes de corrupção, que já resultaram em dois processos ajuizados pelo MP (Ministério Público) do Pará de improbidade administrativa contra ela. Sua indicação ao cargo deve-se à dupla Lira Maia e Alexandre Von.

valdenira-cunha4. Valdenira Cunha
Médica e atual titular da pasta da Saúde em Santarém (Semsa). Trabalha também na iniciativa privada (Unimed) e no HRBA (Hospital Regional do Baixo Amazonas). Por lei federal do SUS (nº 8.080/1990), Valdenira deveria se dedicar exclusivamente à direção da Semsa.

Livia Corrêa5. Lívia Correa
Médica e secretária adjunta de Saúde em Santarém (Semsa), cargo de confiança criado na atual gestão do prefeito Alexandre Von. Pela lei nº 8.080/1990), também não poderia trabalhar no HRBA e nem tampouco no HMS (Hospital Municipal de Santarém), onde tira plantões que já lhe renderam até quase 40 mil reais ao mês.

BOMBA NAS MÃOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO


Na próxima terça feira, o Ministério Público recebe uma bomba, referente ao município de Santarém-Pa, a Promotora Maria Raimunda não terá muito trabalho, pois o milho já vai debulhado. o Giovani correu da raia, mais não tem como apagar o que ficou para trás.

A QUEM INTERESSA DESMORIZAR A PETROBRAS

Publicado em 14/04/2014

Haroldo Lima:
respeitem a Petrobras !




O Conversa Afiada reproduziu artigo de Haroldo Lima:


Respeitem a Petrobrás



por Haroldo Lima

A Polícia Federal fez busca na sede da Petrobrás. A PF é subordinada ao Ministério da Justiça. Significa que o Ministério autorizou a invasão da Petrobrás?

O acontecido é grave. Porque, encontrando-se ou não pistas de dinheiro desviado; localizando-se ou não gatunos que lá estejam acoitados; o fato maior, muito maior, é que está em curso um processo de desmoralização da Petrobrás.

Claro que este processo se esconde atrás da cruzada contra desfalques, contra doleiros e outras tramoias. E claro que os larápios que estejam incrustrados onde estiverem precisam ser identificados e defenestrados. Mas há métodos e métodos.

Há métodos pelos quais, com inteligência, disciplina e firmeza de comando, quadrilhas podem ser localizadas e desbaratadas, não se contaminando as instituições onde elas estariam agindo. E há métodos em que, a partir da ação de falsários, toda uma ofensiva pretensamente moralizadora é feita para se estourar esquemas corruptos, ao tempo em que se destrói a reputação e a autoestima da instituição onde eles operavam. É o que parece estar sendo feito com a Petrobrás. As consequências para a Nação brasileira são graves.

Estava eu como diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) quando, em 2006, o pré-sal foi descoberto. Não se tinha uma ideia clara de seu tamanho, mas se sabia que era espantosamente grande. O governo da época, sob a direção do presidente Lula, teve a clarividência de promover uma revisão na legislação existente e mudar o marco regulatório para a província recém-descoberta. Na Comissão Interministerial de oito membros, criada para formular um novo projeto de marco, foi unânime a ideia de introduzir o contrato de partilha da produção, para aquela região.

Mais ainda, percebemos que, pelos investimentos financeiros necessários e preparo tecnológico adequado, só uma empresa brasileira poderia participar da exploração e produção no pré-sal, a Petrobrás. Para que o Brasil tivesse aí um papel decisivo, decidiu-se propor ao Congresso, e este aprovou, que o operador único na nova área seria a Petrobrás.

A maior parte do pré-sal ainda estava em mãos da União, em áreas administradas pela ANP, que localizou então dois pontos cruciais e autorizou a Petrobrás a perfurá-los. Descobriram-se as acumulações de Franco e Libra, ambas gigantescas.

Deliberou-se ceder à Petrobrás a exploração de Franco, sem licitação, sem bônus de assinatura e pagando royalties de 10%. E decidiu-se levar Libra a uma licitação, cobrando-se R$ 15 bilhões de bônus, fixando-se royalties de 15% e obrigando ao consórcio vencedor ter a Petrobrás como operadora e a estatal PPSA como gestora do projeto. Quatro grandes empresas internacionais aceitaram consorciar-se em torno da Petrobrás. O Brasil teve uma grande vitória.

A exploração do pré-sal tem ainda muito por fazer. Se se desmoraliza a Petrobrás, se seu conceito se dissolve, se seu valor de mercado cai, fica difícil ela cumprir o papel que a legislação lhe reservou no novo marco da partilha. A desmoralização da empresa pode suscitar movimentos antinacionais sérios, dos quais dois são mais evidentes: o primeiro, o da privatização da empresa, por ela ter perdido valor e prestígio; o segundo, o da mudança do marco regulatório do pré-sal, no suposto de que a Petrobrás não teria mais condições de cumprir o papel que a ela ali estava reservado, inclusive o de liderar outras grandes empresas em grandes empreendimentos.

Em qualquer das duas hipóteses o golpe nos interesses nacionais seria enorme. E isto é inaceitável. 

Combater a corrupção é dever de todo governo sério. Desmoralizar a Petrobrás é jogar contra o Brasil, independente do pretexto.

É estranho que no país onde os juros são dos maiores do mundo, em que os bancos faturam uma enormidade, nunca a PF se aventurou a invadir a sede de um grande banco estrangeiro ou brasileiro.

É preciso saber quem autorizou a invasão da Petrobrás, ou se ninguém autorizou.


Haroldo Lima – foi diretor-geral da Agência
Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

PMS USAM COM OPORTUNISMO O PERÍODO DA COPA

sexta-feira, abril 18, 2014

Greves oportunistas 

FOLHA DE SP - 18/04
Como no mau exemplo da polícia baiana, proximidade da Copa do Mundo tende a ampliar rol de paralisações que prejudicam o público

Pela segunda vez em dois anos, a Polícia Militar da Bahia paralisou atividades e usou a população do Estado como refém para tentar impor reivindicações corporativas. Em janeiro e fevereiro de 2012, a categoria havia promovido uma greve, por quase duas semanas, que culminou num espetáculo de truculência com a ocupação da Assembleia Legislativa.

Naquela ocasião, os líderes do movimento, para chantagear o governo, usaram como trunfo a proximidade do Carnaval. Agora, tentaram aproveitar a proximidade da Copa do Mundo para cacifar-se com a sensação de insegurança.

Nos dois dias da paralisação, que se encerrou ontem, foram registrados 44 homicídios na região metropolitana de Salvador --mais de cinco vezes o que se verificou no mesmo período da semana anterior. Além disso, houve saques a estabelecimentos comerciais. O transporte público entrou em colapso. Escolas suspenderam aulas.

Mesmo em condições normais, com a polícia em atividade, a situação da Bahia é das mais graves. De acordo com o "Mapa da Violência 2013", o Estado ocupa o quarto lugar em assassinatos por armas de fogo, com uma taxa de 34,4 mortes por 100 mil habitantes, acima da média nacional (20,4).

Não há dúvida de que as condições materiais e técnicas das polícias brasileiras são ruins. Policiais precisam ser bem remunerados, treinados e equipados.

Não se justifica, porém, que responsáveis por serviço público tão essencial deflagrem movimentos paredistas em desafio à Justiça, que, no caso da Bahia, havia julgado ilegal a greve (de resto vedada a militares pela Constituição).

Tanto em 2012 quanto agora, a paralisação da PM baiana teve como um de seus líderes o presidente da Associação de Policiais e Bombeiros, Marco Prisco, vereador pelo PSDB em Salvador e pré-candidato a deputado estadual. Não há muita dúvida quanto ao caráter oportunista e político do movimento.

Com a aproximação da Copa, a quantidade de greves com esse perfil tende a aumentar. Conforme mostrou reportagem desta Folha, pelo menos 16 categorias profissionais pretendem explorar o calendário do evento para reivindicar aumentos acima da inflação e ampliar vantagens trabalhistas.

Para minimizar os efeitos colaterais dessa planejada onda de paralisações, a Justiça do Trabalho vai implantar, em São Paulo, um sistema extraordinário de plantão nos próximos meses, o que permitirá agilizar julgamentos.

É uma iniciativa elogiável para evitar o excesso de oportunismo sindical, que não hesita em prejudicar o público e ameaçar o principal evento do ano no país.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

LULA É O CARA

quinta-feira, abril 17, 2014

O 'volta, Lula' noutro cenário econômico - ROBERTO MACEDO

  17/04

O "volta, Lula" ganhou espaço com as quedas da presidente Dilma Rousseff nas avaliações de seu governo e porque ele se mantém muito ativo na política. Há também suas declarações ambíguas quanto à candidatura, como as atribuídas a ele há pouco mais de um mês. A primeira: "Se me aborrecerem muito, eu volto". Na segunda, Lula comparou-se a Schumacher: "Não posso fazer igual a ele, que foi sete vezes campeão, mas, na volta, não fez sequer uma pole position".

Não tenho a pretensão de que Lula leia este artigo, que talvez lhe causasse aborrecimentos. Nem por isso vou citar um ou outro filósofo para sofisticar o texto, pois quem tem de filosofar sobre o dilema é o próprio Lula, sem decidir em função de provocações nem de comparações com personalidades que exercem outros ofícios. O dele seria outro, enormemente mais complicado.

O bom senso indica que o relevante seria ponderar a conveniência pessoal e familiar do retorno à disputa eleitoral, que dura uns poucos meses, e as circunstâncias em que exerceria o cargo por mais quatro anos, se eleito.

Meu radar mostra apenas circunstâncias econômicas do "volta, Lula". Elas revelam altíssimo risco de danos às versões predominantes de sua biografia se voltasse ao cargo. Enquanto nele, tais circunstâncias se mostraram muito favoráveis desde a segunda metade do seu primeiro mandato. Seguiram assim por todo o segundo, exceto tropeços em 2008-2009. E se revelaram ainda mais favoráveis em 2010, ajudando-o a eleger sua sucessora.

Mas para o período 2015-2018 o cenário econômico hoje é muito ruim e radicalmente diferente, com o que Lula correria o risco de não apenas adicionar um capítulo ruim a essas versões de sua biografia, mas também o de cobrir de nódoas o desempenho de que se orgulha no período 2003-2010. A razão é que um mau percurso à frente também evidenciaria que seu sucesso anterior se deveu mais a circunstâncias favoráveis do que a talentos ao governar.

Diante da história bem narrada, esta é a questão que se coloca: qual o papel do governante e o das circunstâncias? Se voltar, terá de passar pelo teste de circunstâncias difíceis. Pensando noutro esporte, teria sido ele realmente um bom surfista ou pegou ondas excepcionalmente boas? E como se sairá nas ruins?

Comparando as ondas do passado com as atuais, Lula foi realmente sortudo. Sua prancha, a do país que conduzia, não era uma maravilha, remendada por seu antecessor e carente de investimentos, mas, ainda assim, garantindo um bom equilíbrio no fluir. E ótimas ondas vieram de um desempenho muito bom da economia mundial, no qual a China foi a protagonista mais importante. Com o forte estímulo da demanda externa, a economia respondeu com mais investimentos e produção, com destaque para o agronegócio e a mineração.

Esse impulso se disseminou pela economia, e dentro dela também houve forte expansão do crédito, pela qual Lula atuou ao azeitar canais de concessão, como o do consignado e o dos bancos oficiais. A arrecadação do governo subiu com esses estímulos, e também porque obcecado pela concessão de benesses sociais à plateia, mas sem pensar no futuro, Lula continuou expandindo a carga tributária. Com isso, tanto deu seu show na crista da boa onda como se saiu bem do perigoso túnel que ela formou em 2008 e 2009, na esteira da crise econômica mundial, reaparecendo bem por cima em 2010, quando os estímulos chineses voltaram.

Agora o mar revela ondas muito fracas, pois a crise abalou os países ricos e o crescimento da China arrefeceu com problemas no setor financeiro ligados a excessos creditícios e também porque ela investiu demais, relevando até capacidade ociosa. E, ainda, porque seu governo entendeu que já era hora de jogar mais para a plateia, ampliando o consumo e benefícios sociais.

Aqui, a escassez de investimentos públicos do período Lula agravou-se com Dilma, contribuindo para tornar a prancha nacional desequilibrada de forma ainda mais evidente. O crédito perdeu seu ímpeto anterior, a carga tributária continuou subindo e houve ainda danos por conta de tombos espetaculares, como os do setor elétrico e da Petrobrás.

O que fazer? Pelo menos nos próximos quatro anos não dá para contar com boas ondas do setor externo. Para se sair bem em ondas fracas a prancha e o surfista precisam se tornar mais competitivos. Na falta do estímulo externo, não há outra saída que não a de estimular mais a economia com nossas próprias forças, ampliando a poupança pública e privada do País e investindo os recursos correspondentes em atividades produtivas, tornando o Brasil também mais atraente à poupança externa sob a forma de investimentos diretos.

Falar ou escrever, isso é fácil. Mas olhando as frágeis ondas à frente, a prancha com seus desgastes e danos, o cenário econômico está mais para "Schumacher 2". Mostra inflação elevada, ampliação do desequilíbrio das contas externas, forte desarranjo das contas governamentais, prejudicando a capacidade governamental de investir e a confiança dos agentes econômicos no governo, levando-os a conter seus próprios investimentos. Mais no detalhe, além dos já referidos danos, a ação governamental ao investir permanece emperrada, mesmo quando meritória, como no seu limitado propósito, ainda que hiperatrasado, de privatizar serviços públicos mediante sua concessão ao setor privado.

O Brasil precisa se arrumar para enfrentar essa nova realidade, na qual não há espaço para presidentes acostumados a só dar espetáculos sem uma visão de futuro que convenha à Nação. Assim, se voltar eleito e não mudar radicalmente sua forma de governar, Lula correrá o alto risco de sair vaiado. Se vier e mudar para melhor, teria, então, um sólido lugar na História, onde hoje repousa vulnerável pelas circunstâncias que o favoreceram.

PT NÃO PERDE ELEIÇÃO SEGUNDO PESQUISA


Publicado em 16/04/2014

Vox: Dilma ganha no
1º turno. Sempre

Aécio e Dudu empacam na CPI


Como se sabe, o Conversa Afiada acha divertido tirar um sarro do Datafalha, do Globope e seus pesquisólogos.



Saiu na Carta Capital:



Em cenário estável, Dilma segue favorita para vencer no 1º turno




Em meio aos embates pela CPI da Petrobras e o mau humor da economia, a presidenta mantém vantagem; os opositores somam 14 pontos a menos que a petista


Pesquisa Vox Populi / CartaCapital realizada entre os dias 6 e 8 de abril revela um cenário estável para a Dilma Rousseff (PT) a cerca de três meses do início da campanha eleitoral. A presidenta oscilou um ponto negativo em relação ao último levantamento, em fevereiro, e aparece como a candidata favorita de 40% dos eleitores. Juntos, os adversários somam 26% das intenções de voto. O cenário para a sucessão, portanto, praticamente não se alterou nos dois últimos meses, apesar do mau humor com a economia e da crise na Petrobras, alvo de embates por uma CPI no Congresso.

Em segundo lugar na pesquisa, o tucano Aécio Neves também oscilou um ponto para baixo. Em fevereiro, era lembrado por 17% dos eleitores. Hoje aparece com 16%. Eduardo Campos (PSB), que durante a semana anunciou a ex-senadora Marina Silva como a pré-candidata a vice em sua chapa, soma 8% (tinha 6% há dois meses). O Pastor Everaldo Pereira, pré-candidato do PSC, tem 2%.

Os pré-candidatos Levy Fidelix (PRTB), Randolfe Rodrigues (PSOL), Eymael (PSDC) e Mauro Iasi (PCB) não pontuaram. Votos brancos ou nulos somam 15%. O número de eleitores que não sabem em quem votar ou que não responderam a pesquisa é de 18%.

Nesta quinta-feira 17 serão divulgados todos os detalhes da pesquisa CartaCapital/Vox Populi.

Para a pesquisa, o instituto ouviu 2.200 eleitores em 161 municípios. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais. Os detalhes da pesquisa podem ser conferidos na edição impressa de CartaCapital, nas bancas a partir da quinta-feira 17.

JOAQUIM BARBOSA DEU TIRO NO PÉ E ENCURRALA O STF

quinta-feira, abril 17, 2014

A Dirceu o que é de Dirceu - ELIANE CANTANHÊDE

FOLHA DE SP - 17/04

BRASÍLIA - Ao Excelentíssimo ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo tribunal Federal:

José Dirceu de Oliveira e Silva foi condenado por ser chefe de uma quadrilha que o Supremo, infelizmente, decidiu no julgamento dos embargos infringentes que não existia.

Sendo assim, a condenação de Dirceu foi reduzida e passou de regime fechado para semiaberto, mas ele continua trancafiado na Penitenciária da Papuda desde novembro.

Ok, Excelência, Dirceu é metido a esperto desde criancinha e inventou de "trabalhar" num hotel só para driblar a prisão numa suíte com direito a uísque, petiscos e reuniões políticas --ou nem tanto. A esperteza tem perna curta e isso não colou. Mas, convenhamos, o novo pedido, para trabalhar num escritório de advocacia, está dentro dos conformes.

Também sabemos de histórias de celular, podóloga, lanches privilegiados, visitas fora de hora. Isso não pode. Se a justiça tem de ser igual para todos, a cadeia também tem de ser. Mas, Excelência, nada se provou quanto ao celular, por exemplo, e já tem até promotora contrabandeando a quebra do sigilo telefônico do Planalto inteiro. O tempo está passando e José Dirceu continua em regime fechado, quando não deveria estar.

Amanhã é Sexta-Feira Santa e vêm aí a Páscoa no domingo e o feriado de 21 de Abril na segunda. Delúbio Soares, João Paulo Cunha e tantos outros condenados terão um "saidão" de refresco. Por que não José Dirceu? Pelo que ele representa?

Excelência, o julgamento do mensalão foi um marco para quem sonha com um país em que todos sejam iguais (e não só perante a lei). Mas, da mesma forma que execuções e humilhações de criminosos à luz do dia geram indignação, repulsa e horror, punições exemplares a José Dirceu causam estranheza.

Não transforme o réu em vítima, Excelência. Até porque isso teria, ou até já tem, o efeito inverso ao que queremos e precisamos.

Atenciosamente, uma cidadã.

JK MOSTRA OS INSTESTINOS DO 'VON'

quinta-feira, 17 de abril de 2014

NÃO COMPACTUO COM MUITA COISA ERRADA QUE VEM ACONTECENDO DENTRO DA PREFEITURA DE SANTARÉM. POR ISSO PEDI MINHA EXONERAÇÃO. DIZ EX-ASSESSOR DO PREFEITO ALEXANDRE VON

Giovani Lima

Mais uma pessoa ligada pessoalmente ao prefeito Alexandre Von abandou o barco e pediu exoneração da prefeitura de Santarém. Giovani Lima, disse que está decepcionado com o governo do prefeito Alexandre Von, e não compactua com muitas coisas que vem acontecendo dentro da prefeitura. Giovani era pessoa de confiança do prefeito, trabalhou como coordenador na campanha eleitoral de 2012 e ajudou na vitória. 

Veja abaixo o desabafo do ex-servidor no Facebook

"E pra quem estava curioso: último dia na frente da folha de Pagamento da Prefeitura. Valeu à pena serviu de aprendizado. Mas infelizmente à nossa vida é feita de escolhas. Que tudo dê certo pra esse governo, que seja bom pra Santarém. Gostaria de agradecer pela oportunidade que me foi confiada pelo Prefeito. E que Deus me dê saúde e me mostre o caminho que devo seguir daqui pra frente".

Giovane Lima

FARIAS PERSEGUE ALENQUER

FARIAS DEVOLVENDO DOCUMENTOS LEVADOS DA PMA
FLAVIO ATUAL PREFEITO

Flavio Marreiro enfrenta uma das oposições mais ferrenhas da região. Ao desbancar Farias da prefeitura de Alenquer, o atual Prefeito tem pago um preço alto. Farias no seu governo instrumentalizou diversos órgaos de organização civil, finaciando indiretamente sindicatos, associações, e usando vereadores para fazer o jogo do Mal. Exemplo da Vereadora DINA, que tem no seu comportamento um naco de suspeições que este blog já publicou. Hoje a Câmara já não esboça o enfrentamento de antes com o Prefeito Flavio. 

Com as diversas vitórias jurídicas do Prefeito Flavio este ano, o Farias , Rose e companhia se quietaram, já viram que o Buraco é mais embaixo,  para a tranquilidade de Marreiro, hoje ele é defendido pelo advogado mas diligente da Região. Já foram arquivados 11 processos que tramitavam contra Marreiros, resta um que esta sob o controle do Escritório de ALCKMIN, e sendo acompanhado minuto a minuto por nada mais nada menos que o causídico OSMANDO FIGUEIREDO, este ano, o  Neimar dos julgamentos em Plenários.

Com todo esse fogo sobre si, Flavio com a cooperação do Presidente do PDT na região e advogado Osmando Figueiredo, já garimparam recursos em Brasilia e Belém, que as intenções já beiram os 32 milhões de reais, se deixarem o Flavio trabalhar Alenquer foi se transforma no maior canteiro de obras da região.

A oposição retrogada e tacanha de Alenquer só atrapalha uma pessoa, o povo pobre daquela cidade.

Deixem o Prefeito trabalhar e esperam até o final do ano.

PASTOR SEM FORMAÇÃO QUEIMA O PRESIDENCIÁVEL EDUARDO CAMPOS

ATÉ QUANDO A IGREJA DA PAZ VAI SE DESGASTAR BANCANDO REGINALDO "O VIRA CASACAS"

O canastrão acordou a mil

Por Jeso Carneiro

Artigo canastãoO artigo, o “canastrão” Reginaldo Campos e a “fogo amigo” Ardilene Lisboa
Adormecido, já que foi publicado neste blog em agosto de 2013, o post “O canastrão da política” acordou ontem (15) a mil.
Ou seja, voltou a ter picos elevados de acessos – que continua hoje – graças ao providencial  fogo amigo, leia-se advogada-aliada Ardilene Lisboa, contra o próprio protagonista do artigo.
E não podia ser em pior hora.
Reginaldo Campos (PSB), o “canastrão” evangélico, segundo Ninos, é pré-candidato a deputado estadual pela enésima vez, e tudo que ele quer até outubro é estar longe de polêmicas e confusões.
A da “Marcha de Jesus”, a da “Praça da Bíblia”, por exemplo, causaram-lhes estragos na reputação.

NOTA DO ZEZO: Reginaldo Campos não tem lado, servia ao Governo do Lira Maia, e em 2004, foi da linha de frente da campanha do então candidato a Prefeito Alexandre Von. Com sinismo, ainda na apuração, sem sequer os votos terem sido contados direito já se atirava nos braços da propensa candidata eleita Maria do Carmo. Naquela altura Maria foi advertida pelo presidente do PDT, que informou, e deu um diagnóstico de quem era essa figura Evangélica.

 Pois bem REGIS foi de malas e bagagens para os seios do PT. Oito anos depois, deu as costas a Maria, e correu para os braços de Von. A boca miúda o prefeito tem reclamado que é o seu pior aliado, fisiologista, empreguista, e com uma noção vesga da coisa Pública.

O que mais chama a atenção, é a igeeja da paz endossar o comportamento pouco ético de REGINALDO. Quem não lembra desse cidadão no governo do PT comandando a Secretaria de Turismo e outros espaços. 

O termo usado por Ninos pode soar forte, mas o adjetivo ainda é pequeno, para o comportamento desse político "vira casaca", que trabalha sempre em volta dos seus interesses. Canastrão para REGIS pode soar como elogio.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

COISAS DA POLITICA



COISAS DA POLITICA

Desagradar na política, quando se chega ao poder, é uma condição inevitável: Não se faz omelete sem quebrar os ovos.

VON MATA NA UNHA SERVIDORES PÚBLICOS QUE NÃO SÃO "DAS"

TA NO BOCÃO QUE SÓ FALA A VERDADE – REVOLTA - Pessoas que conferiram o holerite, contracheque ou demonstrativo de pagamento como prefira cada um, estão xingando a torto e a direito o prefeito Alexandre Von, alegando que o governo municipal não concedeu o reajuste no salário e retirou sem nenhum aviso as vantagens que o Governo da Maria do Carmo concedeu. A popularidade do Prefeito Alexandre Von é 1%. A situação do Prefeito é feia, ainda não saiu do palanque.

PORTEIRO DE PROSTIBULO QUER SER AGORA CHEFE DE CONVENTO. KD A PF

Empresa inidônea ajuíza ação contra o blog

Por Jeso Carneiro

Justiça - Blog do JesoA Tupaiu Construções e Serviços Ltda ajuizou processo por dano moral (direito de imagem) contra o blog na última sexta-feira (11) na Justiça em Santarém.
A empresa está proibida de participar de licitações, por isso inidônea, no município de Itaituba até abril do próximo ano, conforme decretado assinado pela prefeita Eliene Nunes (PSD) em abril de 2013.
O processo foi distribuído para a 5ª Vara Cível de Santarém.
O titular do blog ainda não foi notificado para fazer a sua defesa.
A Tupaiu pertence à Francisco Araújo Lira e tem como um dos diretores o ex-vereador Jerônimo Pinto. Os dois são ligados ao deputado federal Lira Maia (DEM) e ao prefeito Alexandre Von (Santarém).
A empresa tem negócios, entre outras, com as prefeituras de Santarém e Juruti.
No mês passado, por exemplo, ganhou licitações em torno de R$ 2 milhões com as pastas de Educação (Semed) e Saúde (Semsa) em Santarém.
RÉUS NA JUSTIÇA FEDERAL
Todas essas informações têm sido levadas a público neste blog.
Tanto Francisco Araújo Lira como Jerônimo Pinto são réus em uma ação de improbidade administrativa em fase de sentença na Justiça Federal em Santarém.
No decorrer da semana, o blog divulgará mais informações sobre esse caso.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

DITADURA DE TOGA, BARBOSA PERSEGUE DIRCEU

Publicado em 07/04/2014

Os direitos de Dirceu
e o caráter do brasileiro

PML: “depois que a acusação de quadrilha caiu ele é chefe de que mesmo ?”




O Conversa Afiada reproduz artigo de Paulo Moreira Leite, extraído da IstoÉ:


OS DIREITOS DE DIRCEU E NOSSO CARÁTER



Numa injustiça clamorosa que vai além de qualquer opinião sobre as ideias de José Dirceu, seus direitos como prisioneiro não são respeitados

Há momentos em que a vida política deixa de ser um conflito de ideias e projetos para se transformar numa prova de caráter.

Isso é o que acontece com a perseguição a José Dirceu na prisão.

A defesa dos direitos de Dirceu é, hoje, uma linha que define o limite da nossa decência, ajuda a mostrar aonde se encontra a democracia e o abuso, a tolerância diante do ataque aos direitos elementares de uma pessoa.

Ninguém  precisa estar convencido de que Dirceu é inocente sobre as denuncias da AP 470. Nem precisa concordar com qualquer uma de suas ideias políticas para reconhecer que ele enfrenta uma situação  inaceitável.

As questões de caráter envolvem nossos princípios e nossa formação. Definem a  capacidade de homens e mulheres para reagir diante de uma injustiça de acordo com princípios e valores aprendidos em casa, na escola, ao longo da vida,  como explica  Hanna Arendt  em Origens do Totalitarismo. São essas pessoas que, muitas vezes, ajudam a democracia a enfrentar as tentações de uma ditadura.

Um desses homens, e nós vamos saber seu nome dentro de alguns parágrafos, “não era herói e certamente não era um mártir. Era apenas aquele tipo de cidadão com interesse normal pelos negócios públicos que, na hora do perigo ( mas não um minuto antes) se ergue para defender o país da mesma forma como cumpre seus deveres diários, sem discutir.”

A mais recente iniciativa contra os direitos de Dirceu criou um situação nova.

O Ministério Público pede uma investigação telefônica-monstro envolvendo todas as ligações de celular – de 6 operadoras — entre a região do presídio da Papuda, em Brasília, onde ele se encontra prisioneiro desde 16 de novembro, e uma região em torno de Salvador, na Bahia. São milhares, quem sabe milhões de ligações que devem ser mapeadas, uma a uma, e transcritas – em formato de texto – para exame do ministério público em Brasília.

Você sabe qual é o motivo alegado dessa investigação: procurar rastros de uma conversa de celular entre Dirceu e um secretário do governo de Jaques Wagner. Detalhe: supõe-se que o telefonema, caso tenha sido feito, teria ocorrido em 6 de janeiro. Pede-se uma investigação de todas as conversas por um período de 16 dias.

Você sabe qual será seu efeito prático: manter a pressão sobre Dirceu e impedir que ele possa deixar o presídio para trabalhar durante o dia – direito que tem todas as condições legais de cumprir. Não só obteve uma oferta de emprego, como tem parecer Psicossocial favorável e também do Ministério Púbico.

Você pode “achar” – assim como “achamos” tantas coisas a respeito de tantas pessoas, não é mesmo? – que ele cometeu, mesmo, essa falta disciplinar, de natureza grave.

O fato é que desde 6 de janeiro procura-se uma prova desse diálogo  e nada. O secretário de Estado deu uma  entrevista a Folha de S. Paulo, dizendo que havia conversado com Dirceu. Mais tarde, ele se corrigiu e  desmentiu o diálogo. Também confirmou o desmentido  em depoimento oficial. Dirceu sempre negou ter mantido qualquer conversa nestas ocndições.

A conta telefônica do celular do Secretário de Estado não registra nenhuma ligação que, em tese, poderia confirmar a conversa. Uma investigação da policia do Distrito Federal também concluiu que não há o mais leve indício de que o diálogo tenha ocorrido.

Conforme todos os indícios disponíveis, portanto, quem mentiu foi  o  Secretário – não Dirceu.

Você pode continuar duvidando da inocência de Dirceu, claro. Mas não pode aceitar que seus direitos sejam subtraídos sem que sua culpa seja demonstrada. Mesmo na prisão, uma pessoa é inocente até que se prove o contrário.

É verdade que, no julgamento da AP 470, o ministro Luiz Fux chegou a dizer que cabe ao acusado provar sua inocência. Mas foi uma colocação tão fora de qualquer princípio jurídico posterior ao iluminismo que, nos acórdãos, a declaração foi suprimida.

O pedido para esse grampo-monstro foi feito pelo Ministério Público  em 26 de fevereiro mas ficou engavetado pelo juiz Bruno Ribeiro por mais de um mês. Quando se retirou do caso, no fim de março, Bruno enviou o pedido  a Joaquim Barbosa, a quem caberá a palavra final sobre o semiaberto de Dirceu. Joaquim pode acolher o pedido.

Mas também pode manter Dirceu em regime fechado enquanto aguarda pelos grampos Papuda-Bahia. Seria uma nova injustiça, mesmo para quem é favorável a uma investigação nessa natureza e acha que toda punição a Dirceu será pouca.

A liberdade de Dirceu não pode ser diminuída  porque os responsáveis pela sua prisão levaram um tempo absurdo– mais de um mês – para decidir se acatavam a solicitação ou não.

Ninguém pode ficar preso indevidamente porque o Justiça está “pensando.”

Quando foi preso, em 15 de novembro, Dirceu tinha direito ao regime semiaberto, provisoriamente. Antes que os embargos infringentes tivessem sido julgados, havia a possiblidade de que o Supremo confirmasse a condenação por formação de quadrilha.

Mas o STF derrubou a condenação, o que confirmou o semiaberto.

Assim, do ponto de vista de seus direitos,  Dirceu perdeu perdeu quatro mees de liberdade.

Se o apreço abstrato do caro leitor pela liberdade dos indivíduos não lhe permite avaliar o que isso significa, sugiro uma experiência concreta.

Peça a um amigo trancar a porta de seu quarto por um dia e faça um diário sobre o que fez e viu. Evite ligar a TV, porque ela só é autorizada a quem tem bom comportamento – e ninguém sabe se você merece isso.  Não leia jornais nem revistas. Limite a leitura aos livros mas apague a luz às 22 horas.  Desligue o telefone, não atenda a campainha e, se sentir fome, peça  um resto de geladeira para aquecer em banho-maria. Pode ser qualquer coisa que sobrou da véspera mas lembre-se de que, comparado com o que se oferece na Papuda, sempre será um privilégio.

E se você achar que é inocente, e não fez nada para merecer o que está acontecendo, só quis passar por uma experiência existencial, lembre-se: esse pensamento só é válido para quem acredita que toda pessoa é inocente até que se prove o contrário. Esse é o princípio que garante nossa liberdade.

Também é o princípio que deveria definir a situação de Dirceu. Ele passou oito anos sendo acusado como chefe de quadrilha e era este ponto – a quadrilha – que poderia manter seu regime fechado.

Depois que a acusação de quadrilha caiu ele é chefe de que mesmo?

E aí podemos falar do personagem a que Hanna Arendt se refere. Ela está falando de George Picquard, major do Exército francês, que teve um papel decisivo no reestabelecimento da verdade no caso do capitão Alfred Dreyfus, condenado em 1894 à prisão perpétua na Ilha do Diabo, na Guiana Francesa, com bom base em provas falsas.

“Embora dotado de uma boa formação católica,” e, como Arendt sublinha para registrar os preconceitos da época, “  ‘adequada’ antipatia pelos judeus, ele ainda não havia adotado o princípio de que o fim justifica os meios. ” Ela recorda que “esse homem, completamente divorciado do classicismo social e da ambição profissional, espírito simples, calmo e politicamente desinteressado” iria mostrar que havia encontrado provas que apontavam para outro culpado, sugerindo que o caso fosse reaberto.

Picquard acabou processado e perseguido, a ponto de enfrentar uma condenação num tribunal militar e deixar um posto confortável em Paris por um posto sem perspectiva na África colonial. Mas cinco anos depois de condenado, Dreyfus acabou recebendo indulto presidencial, depois de enfrentar um segundo julgamento – que perdeu,  mais uma vez.

A campanha pela libertação de Dreyfus não passou pelo parlamento, que rejeitou seguidos pedidos de um novo exame do caso. Foi fruto de uma movimentação da sociedade civil, a margem dos principais partidos políticos.

Mesmo os socialistas temiam perder votos se colocassem o assunto nos debates eleitorais. Atribui-se uma derrota de um de seus líderes históricos, Jean-Jaurés, hoje nome de boulevard em Paris, ao empenho a favor de Dreyfus. Ninguém recorda o nome dos que se omitiram.

O alto comando militar, responsável pela condenação de Dreyfus e, mais tarde, pela manutenção da farsa, alimentava a imprensa suja de Paris.  Numa avaliação  que nos ajuda a entender que a realidade que hoje se vê nos trópicos brasileiros tem muito a dever às asneiras cometidas na capital francesa daquele tempo, Arendt  analisa o mais duro dos jornais contra Dreyfus  para dizer: “direta ou indiretamente, através de seus artigos e da intervenção pessoal de editores, mobilizou estudantes, monarquistas, anarquistas, aventureiros e simples bandidos, e atirou-os nas ruas.” Essa turba espancava defensores de Dreyfus na rua e por várias vezes apedrejou as janelas de Emile Zola depois de seus artigos e conferencias mais contundentes.

Julgado pelo Eu Acuso, Zola recebeu pena máxima. Foi um alivio, pois se fosse absolvido “nenhum de nós sairia vivo do julgamento” recordou Georges Clemenceau, dono do jornal que publicou o artigo, L ‘Aurore.

Em 1975, em São Paulo, o rabino Henry Sobel  deu uma demonstração de caráter semelhante. Ele sequer era o rabino principal da comunidade paulistana. Apenas substituía o rabino principal, que se encontrava em viagem. Norte-americano de nascimento, Sobel admirava John Kennedy e nunca teve simpatias pelo Partido Comunista.

Mas, quando foi informado que o  corpo do jornalista Vladimir Herzog apresentava sinais de tortura, como fora percebido pelos funcionários do cemitério judeu que o preparavam para o enterro, Sobel tomou uma decisão de acordo com sua formação e suas convicções.

Impediu que Herzog fosse enterrado na área do cemitério reservada aos suicidas, como seria coerente com a versão oficial para a morte do jornalista – acompanhada até por uma fotografia forjada na cadeia – para lhe dar a dignidade de um enterro comum. O resto é história, feita por um cidadão tão humano, tão comum, que mais tarde seria apanhado num pequeno e desagradável incidente num shopping em Miami, como todos nós sabemos
.


Em tempo: o Conversa Afiada publica vídeo indicado pelo infatigável Stanley Burburinho:

Um grupo da Juventude do PT do DF, anteontem, estava no bar Chopin na 406 sul, na Asa Sul no DF, quando chegou Joaquim Barbosa, presidente do STF. O grupo desceu e começou a se manifestar contra ele gritando: “Dirceu, guerreiro, do povo brasileiro”:



Clique aqui para ler
“Dirceu deve escancarar a Ditadura da Toga”.

E aqui para ler “Tortura: Juiz e Barbosa negam trabalho a Dirceu”

O GOVERNO DO VON O "BOM" ESTA FAZENDO A ELITE CULTURAL DE SANTARÉM IR EMBORA, DEPOIS DO PROFESSOR AGORA É O RADIALISTA RENOMADO JORGE CARLOS

sábado, 5 de abril de 2014

RADIALISTA SANTARENO JORGE CARLOS DESABAFA NO FACEBOOK

Radialista Jorge Carlos

"Que vontade de sumir, encontrar um lugar que eu fosse valorizado, ando cansado de Santarém apesar de gostar da minha terra".

Palavras do renomado radialista santareno Jorge Carlos, que apresenta diariamente na rádio Guarany o programa interativo.

LIRA MAIA NÃO TOMA JEITO......

Deputado Lira Maia o Nota 10 em Processos na Câmara, barrou Maluf, continua livre, leve e solto

Jailson AlvesO blog detectou as digitais do deputado federal multiprocessado Lira Maia (DEM) nas licitações promovidas pela Prefeitura de Mojuí dos Campos.
Lá, como cá em Santarém, é um tucano com DNA cipoalense que comanda o município: Jailson Alves (foto).
O modus operandi dos processos licitatórios de  lá e cá são similares.
Alguns personagens da velha crônica judicial-licitatória de cá estão atuando lá no Planalto Santareno em nome do chefe da famiglia cipoalense.
Pior: sob o olhar cúmplice e desavergonhado do prefeito Jailson Alves.
Nos próximos dias, o blog irá revelar como funciona e quais os principais atores envolvidos nessa esquema.

CONTROLADORA DO VON O "BOM" É FIGURA CARIMABADA DO GULOSO


Da leitora que se assina Yara Pereira, sobre o post Não quer calar, sobre a utilidade da CGM (Controladoria Geral do Município):
Caro Jeso,
Estou decepcionada com a professora Socorro [Magalhães Pereira], que é a CONTROLADORA do município.
Parece que ela esqueceu de tudo que nos ensinou sobre administração e contabilidade pública, como tratar a “coisa pública”. E tem mais: ela é servidora aposentada do Tribunal de Contas dos Municípios, achava que ela iria implantar controles eficazes nas contas da PMS [Prefeitura Municipal de Santarém].
Ficou cega, surda e muda para TODOS os DESMANDOS desse governo CORRUPTO.
É uma pena, é de lamentar. Santarém só perde.
Nota do Zezo: A Socorro sempre foi figurinha carimbada do Von o Bom. Por isso foi afastada do TCM Santarém. Espere nada dela, só ensinar a meninada do Guloso, a esconder as cagadas.
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